O candidato presidencial Flávio Bolsonaro afirmou que não nomeará seu irmão Eduardo Bolsonaro para o cargo de Ministro das Relações Exteriores. Ele explicou que, apesar de reconhecer a influência de Eduardo no exterior, o cargo não está nos planos. Flávio também garantiu que não há intenção de dar um posto para o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Flávio Bolsonaro negou a possibilidade de indicar seu irmão Eduardo Bolsonaro para o cargo de Ministro das Relações Exteriores, caso vença a disputa presidencial. A afirmação foi feita em um momento de intensas articulações políticas para a formação de uma eventual equipe de governo.
Segundo informações, o candidato explicou sua decisão ao reconhecer publicamente a atuação diplomática de Eduardo e seus laços com lideranças conservadoras internacionais, mas reafirmou que o irmão não ocupará o posto de chanceler.
Entenda os principais pontos da declaração
- Flávio descartou a indicação de Eduardo para o Itamaraty.
- O candidato elogiou a relação de Eduardo com líderes do exterior.
- Flávio afirmou que não pretende dar cargo para Jair Bolsonaro.
- Jair Bolsonaro nunca solicitou um posto em um governo de Flávio.
- A decisão visa priorizar outros perfis para a pasta de Relações Exteriores.
Além da questão envolvendo Eduardo, Flávio tratou também do possível papel de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele declarou que Jair nunca fez qualquer pedido de cargo dentro da campanha e que a ideia de um ministério para o ex-presidente não está em discussão.
O papel do ex-presidente na nova administração
Ainda assim, Flávio ressaltou que a eventual presença de Jair Bolsonaro perto do poder traria a vantagem de consultar um líder experiente, do qual tem total confiança. Apesar disso, o candidato insistiu que os dois nunca debateram a distribuição de cargos oficiais.

Flávio Bolsonaro durante entrevista coletiva - Bruno Peres/Agência Brasil





