04 de outubro de 2026

Mauro Mendes vota confiante e diz que campanha foi prestação de contas

Politica Eleição 04/10/2026 14:36 Folhamax folhamax.com Cuiabá MT

O ex-governador Mauro Mendes votou neste domingo (4) e afirmou que sua campanha ao Senado foi baseada na prestação de contas de seu governo. Ele criticou as pesquisas eleitorais e o Congresso Nacional, e demonstrou confiança na vitória.

O ex-governador de Mato Grosso, Mauro Mendes (União), votou neste domingo (4) e afirmou que sua campanha para o Senado foi uma forma de prestar contas de sua gestão à frente do Executivo estadual, para sustentar a expectativa de vitória nas urnas.

Chegando ao local de votação acompanhado de correligionários, Mendes mostrou otimismo e destacou o reconhecimento do seu trabalho pelo eleitorado. Estou bastante contente, bastante feliz. A campanha foi muito tranquila, pelo menos do meu lado, disse. E termino o primeiro turno com a sensação muito boa. Primeiro: dever cumprido, não no processo eleitoral, mas como governador.

  • Mauro Mendes votou em Cuiabá neste domingo.
  • Ele afirmou que sua campanha foi baseada em sua gestão como governador.
  • Mauro criticou as pesquisas eleitorais por erros recentes.
  • Ele disse que vai levar sua experiência de executivo para o Senado.
  • Está confiante na vitória.

O candidato, considerado favorito nas pesquisas, minimizou a importância dos levantamentos e criticou a discrepância entre institutos nos últimos anos. Para ele, a estratégia de campanha se apoiou na confiança na população e no histórico administrativo, e não nos números prévios.

Nunca fui uma pessoa muito ligada às pesquisas. Respeito, têm valor técnico-científico quando feitas corretamente. Mas, nos últimos anos, elas perderam confiança porque tiveram erros muito além da margem de erro, o que tirou um pouco da credibilidade, declarou.

Trabalhei como sempre fiz, independentemente de olhar para as pesquisas, confiando em Deus e confiando que as pessoas são capazes de reconhecer o certo e o errado em Mato Grosso, completou.

Questionado sobre a forte centralização da campanha no seu histórico e na entrega de grandes obras, Mendes justificou que a escolha de um representante político exige critérios rígidos e verificação de entregas passadas. A contratação de um político deve levar em consideração valores e referências. Mostrar quem você é, de onde veio, o que já fez é pressuposto básico para conectar com o futuro, com o que pretende fazer, explicou.

Falar que vai fazer isso, aquilo, qualquer candidato pode. Qual é a referência Esse cara já fez alguma coisa Tem capacidade de entregar o que diz. Mendes destacou que sua equipe criou uma marca de gestão voltada para resolver problemas históricos do Estado.

Fizemos coisas que pareciam impossíveis em Mato Grosso. O Hospital Central, que ficou parado 34 anos, é uma delas. Com essa referência, dissemos: 'Poderemos fazer em Brasília coisas que no Congresso parecem impossíveis'.

Críticas ao Congresso e alfinetada na oposição

O ex-governador também explicou por que evitou embates diretos com adversários na campanha, classificando alguns encontros como um show de horrores e destacando que sua prioridade era o diálogo direto com o eleitor.

Mato Grosso me conhece: 93% da população sabe quem é Mauro Mendes, acompanha minha atuação, goste ou não, afirmou. Meu objetivo é contribuir com o eleitor na tomada de decisão, não com o veículo ou outros candidatos. Visando uma eventual ida ao Congresso, Mendes criticou a dinâmica legislativa tradicional e defendeu foco em resultados práticos.

Sempre fui um homem de executivo, focado em resultado. Lá no Congresso estarei focado em resultado. Odeio muita conversa fiada, muito blá-blá-blá e nada de resultado. É isso que a maioria dos políticos brasileiros são especialistas em fazer: muito blá-blá-blá, muita conversa fiada. Quando você peneira a atuação deles, vê muito pouco resultado.

Confirmando confiança na apuração, Mendes disse manter sentimento positivo do início ao fim da corrida. Tenho expectativa, meu feeling diz que sim. Sempre falei que iríamos ganhar essas eleições. Nunca tive dúvida disso.


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