14 de maio de 2026

Idosa mata marido com facão em Cuiabá

Policial SANGUINÁRIA 14/05/2026 15:30 Da Redação folhamax.com

Uma mulher de 68 anos foi presa por matar o marido, de 79 anos, com golpes de facão no bairro Pedra 90, em Cuiabá. Ela disse que tem problemas psicológicos e não lembra do crime.

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nesta quarta-feira (13), uma mulher de 68 anos, investigada por matar o companheiro, Joaquim José de Alencar, de 79 anos, a golpes de facão, no bairro Pedra 90, em Cuiabá. O crime ocorreu no dia 6 de março deste ano.

  • A idosa se entregou na delegacia e disse que não lembra do crime.
  • A vítima foi encontrada morta no quarto, com ferimentos na cabeça e pescoço.
  • Perto do corpo estava um facão com manchas de sangue.
  • O casal brigava muito e o marido já tinha ido embora de casa algumas vezes.
  • A filha da suspeita contou que a mãe estava com problemas mentais.

A vítima foi encontrada morta no dia 7 de março, no quarto da casa do casal, com ferimentos na cabeça e no pescoço causados por um objeto cortante. Perto do corpo havia um facão com manchas de sangue. Na manhã do dia 7, a filha da suspeita foi até uma base da Polícia Militar pedir ajuda para ir até a casa da mãe, onde o padrasto foi encontrado morto.

Questionada, a filha, de 41 anos, contou que a mãe foi até a casa dela por volta das 22h30 do dia 6 de março e disse que havia brigado com o marido e o deixado caído no chão. Ela estranhou a situação, mas passou a noite com a mãe. Ao acordar, percebeu que ela havia saído.

Somente pela manhã, ao ir à casa da mãe, descobriu o que tinha acontecido. À polícia, ela disse que a mãe e o padrasto tinham o costume de brigar e que ele já havia ido embora de casa algumas vezes. A filha disse, ainda, que a mãe estava enfrentando problemas psiquiátricos e que a havia encontrado em estado de confusão há poucos dias. A suspeita estava desaparecida.

Nesta quarta-feira (13), a mulher se apresentou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP). Ela foi ouvida pelo delegado Rogério Gomes e, a princípio, admitiu ter agredido o companheiro para se defender. No entanto, depois, negou o crime, afirmou ter problemas psicológicos e disse não lembrar de detalhes do caso.

Após a prisão e o interrogatório, a investigada foi levada para audiência de custódia, onde ficará à disposição da Justiça.

O que aconteceu depois

A Justiça vai decidir o que fazer com a idosa. Ela pode ser solta ou ficar presa enquanto o caso é investigado.


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