Um homem de 32 anos foi preso pela Polícia Civil durante a Operação Ponto Final, em Eunápolis, na Bahia. Ele é suspeito de participar do assassinato de Breno Moura da Silva, de 24 anos, encontrado morto às margens da BR-101 em maio. As investigações apontam que o crime pode estar ligado a empréstimos com juros altos, extorsões e outras práticas ilegais relacionadas a dinheiro e bens.
Um homem de 32 anos foi preso pela Polícia Civil durante a Operação Ponto Final, que aconteceu entre quinta-feira (9) e sexta-feira (10). A ação faz parte das investigações sobre a morte de Breno Moura da Silva, de 24 anos. O corpo dele foi encontrado às margens da BR-101, em Eunápolis, no dia 6 de maio deste ano.
- A vítima, Breno Moura da Silva, de 24 anos, foi encontrada morta em maio de 2026, às margens da BR-101, em Eunápolis.
- O suspeito preso tem 32 anos e foi detido durante a Operação Ponto Final, realizada pela Polícia Civil.
- As investigações indicam que o crime pode estar ligado a empréstimos com juros, extorsões e outras práticas ilegais envolvendo dinheiro.
- Além da prisão, a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão em uma empresa e em imóveis de dois bairros de Eunápolis.
- Um veículo foi apreendido e passará por perícia para ajudar na investigação. A polícia continua procurando outros suspeitos.
Segundo a Polícia, as investigações apontam que o crime pode estar relacionado a um contexto envolvendo empréstimos de dinheiro a juros, extorsões e outras práticas patrimoniais ilícitas.
Além do mandado de prisão temporária, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em uma empresa localizada às margens da BR-101 e em imóveis nos bairros Juca Rosa e Arivaldo Reis. Durante as diligências, um veículo foi apreendido e será submetido à perícia para auxiliar no andamento das investigações.
O investigado compareceu à unidade policial, onde teve o mandado de prisão temporária cumprido. Ele permanece custodiado à disposição da Justiça.
A operação foi realizada por equipes da 1ª Delegacia Territorial de Eunápolis, com apoio do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação do Descobrimento (GATTI/Descobrimento). As diligências continuam para identificar e localizar os demais envolvidos no crime.

Foto: Divulgação / Ascom-PCBA





