27 de agosto de 2026

Vereador propõe festa de swing na prefeitura

Mundo Swing 27/08/2026 07:54 Folhamax folhamax.com

Vereador na Alemanha propõe uma festa de swing na prefeitura, argumentando que não há leis que proíbam o evento. A ideia gerou controvérsia e foi recusada pela prefeitura local.

Um vereador de Mannheim, no estado de Baden-Württemberg, sul da Alemanha, ganhou atenção ao propor realizar uma festa de swing na prefeitura da cidade, um evento no qual casais trocam de parceiros sexuais.

Conforme o jornal alemão Deutsche Welle, o parlamentar Julien Ferrat, de 35 anos e sem filiação partidária, disse que o festivo seria aberto aos vereadores e que já havia cerca de 50 interessados.

Sexo em grupo com os vereadores seria o ápice da proximidade com os cidadãos, argumentou Ferrat.

O parlamentar justificou a proposta dizendo que a localização central da prefeitura facilitaria o evento e que não há nenhuma regra do regimento interno ou das leis locais que proíbam explicitamente festas de swing no local.

Ferrat tentou promover a festa em um jornal oficial da cidade, com o título Um paraíso nudista-swinger para Mannheim, mas o anúncio foi barrado por autoridades locais.

A prefeitura negou o pedido, alegando falta de informações concretas, como data e sala específicas, e solicitou que fosse apresentada a relação do evento com o mandato do vereador. A administração municipal afirmou ainda que a avaliação da proposta depende da apresentação de um requerimento formal.

Com base nas informações conhecidas até o momento, que são muito rudimentares, existem dúvidas significativas quanto à legalidade e à viabilidade da implementação dos planos mencionados por ele, afirmou uma porta-voz da administração local à emissora SWR.

Observação: A notícia original trazia detalhes sobre a proposta, a resposta da prefeitura e reações públicas, sem indicar confirmação de realização do evento.

Resumo rápido

  • Proposta de festa de swing na prefeitura gerou polêmica.
  • A prefeitura pediu mais informações e negou a viabilidade até aqui.
  • O vereador justificou a ideia com base na ausência de proibições legais locais.
  • A assessoria municipal citou dúvidas sobre legalidade e logística.
  • O caso ficou sob análise de documentos formais requeridos.

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Observação: esta página contém apenas informações públicas da reportagem original adaptadas para leitura clara.


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