01 de julho de 2026

Influenciador de games preso por crime de pedofilia

Mundo Pedofilia 01/07/2026 09:04 Agência Metrópoles folhamax.com

Matheus Martins, conhecido como Spoteff, foi preso por prometer dinheiro de jogos em troca de fotos íntimas de crianças e adolescentes. A polícia encontrou material ilegal em seu computador e celular.

O influenciador Matheus Martins foi preso nesta terça-feira (30/6) durante uma operação da Polícia Civil de São Paulo que investiga crimes de pedofilia na internet. Conhecido nas redes sociais como Spoteff, ele tem milhares de seguidores e faz conteúdos para crianças e adolescentes.

Segundo a investigação, Martins prometia dar dinheiro usado em jogos eletrônicos e aumentar o número de seguidores nas redes sociais. Em troca, as crianças e adolescentes precisavam cumprir desafios que incluíam enviar fotos e vídeos com conteúdo sexual.

  • Ele usava jogos como Roblox e Minecraft para se aproximar das vítimas
  • Depois de receber as imagens, ele ameaçava contar para os pais
  • A polícia começou a investigar após a denúncia de uma família de uma criança de 10 anos
  • Ele foi preso em Florianópolis, em Santa Catarina
  • A polícia apreendeu um computador e um celular com material ilegal

Depois que recebia o material, ele ameaçava as vítimas de mostrar as imagens para os familiares. A polícia diz que ele usava essa chantagem para conseguir mais fotos e vídeos. Por fazer conteúdo sobre jogos, especialmente Roblox e Minecraft, ele tinha acesso direto a crianças e adolescentes.

O trabalho da Polícia Civil começou depois de uma denúncia da família de uma criança de 10 anos. As autoridades acreditam que podem existir outras vítimas que ainda não foram identificadas.

Operação Game Over

A ação foi chamada de Operação Game Over e é feita pela 4ª delegacia de Repressão à Pedofilia do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP). Matheus Martins foi preso em Florianópolis (SC) com ajuda da Polícia Civil de Santa Catarina. As autoridades apreenderam um computador e um celular, onde encontraram material ilegal.

O Metrópoles não conseguiu falar com a defesa do influenciador. O espaço continua aberto para manifestações.


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