Solimari Luiza Machado Andrejczuk, de 29 anos, doadora registrada no Hemepar-PR, foi convocada para fornecer sangue com o fenótipo p nulo, uma das características mais raras do mundo. Apenas três brasileiros possuem esse tipo. Sua doação foi crucial para salvar uma paciente em São Paulo que possuía anticorpos perigosos para sangue comum.
Uma doadora do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Paraná (Hemepar), vinculado à Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), doou sangue para atender uma paciente do estado de São Paulo. A paciente necessitava de uma transfusão com um tipo sanguíneo extremamente raro. Tanto a doadora quanto a receptora possuem o fenótipo p nulo, uma característica genética que exige cuidados especiais para que a transfusão seja segura. No Brasil, apenas três pessoas foram identificadas com esse tipo sanguíneo.
Solimari Luzia Machado Andrejczuk, de 29 anos, é uma voluntária conhecida pela equipe do Hemepar e está registrada no Cadastro Nacional de Sangue Raro (CNSR). Ela foi convocada após um pedido oficial para atender à necessidade de uma paciente com o mesmo tipo sanguíneo em uma agência transfusional ligada à Fundação Pró-Sangue, em São Paulo.
- Por que este caso é histórico Apenas 3 pessoas no Brasil possuem o fenótipo sanguíneo p nulo, uma das raridades mais extremas da medicina.
- O que é o p nulo É a ausência de antígenos específicos na superfície do sangue, o que exige doadores com a mesma

Na foto, Solimari Luiza Machado Andrejczuk. Foto: Hemepar/SESA





