O governo federal anunciou a liberação de R$ 1 bilhão para combater os incêndios florestais na Amazônia. O valor será usado para reforçar o combate ao fogo, que tem destruído grandes áreas da floresta.
O governo federal anunciou nesta quarta-feira (15) a liberação de R$ 1 bilhão para o combate a incêndios florestais na Amazônia. O anúncio foi feito pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante reunião com ministros e governadores da região.
De acordo com o Ministério do Meio Ambiente, os recursos serão destinados ao reforço do combate ao fogo, com a contratação de brigadistas, compra de equipamentos e aeronaves, e apoio a estados e municípios.
- O valor será aplicado em ações de prevenção e combate a incêndios.
- Serão contratados 2.000 brigadistas para atuar na região.
- O governo vai adquirir 10 aeronaves para reforçar o combate ao fogo.
- Os recursos serão repassados a estados e municípios da Amazônia Legal.
- A medida visa reduzir os focos de incêndio, que aumentaram 20% em relação ao ano passado.
O anúncio ocorre em meio à alta de queimadas na região, que registrou aumento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), foram registrados 15.000 focos de incêndio em novembro.
Medidas de prevenção
Além dos recursos, o governo anunciou a criação de um gabinete de crise para monitorar a situação e coordenar as ações de combate ao fogo. O gabinete será composto por representantes de diversos ministérios e órgãos federais.
Também será intensificada a fiscalização de áreas desmatadas, com uso de satélites e drones. A ideia é identificar os focos de incêndio em tempo real e agir rapidamente para evitar a propagação.
Os estados da Amazônia Legal receberão apoio técnico e financeiro para fortalecer seus corpos de bombeiros e defesas civis. O Ministério da Defesa também vai apoiar com o envio de tropas e equipamentos, se necessário.
Segundo o presidente Lula, a medida é fundamental para proteger a floresta e as comunidades que vivem na região. "Precisamos agir com rapidez para evitar que a situação se agrave. A Amazônia é essencial para o equilíbrio climático do planeta e não podemos permitir que continue sendo destruída", afirmou.

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